quinta-feira, 31 de março de 2016

Faça dos alimentos o seu remédio! O seu corpo agradece


A alimentação para os seres humanos não  significado apenas manter as   necessidades do  corpo e também está relacionado a valores sociais, culturais, afetivos e sensoriais.

Precisamos lembrar que uma alimentação saudável está associada ;




  • Não precisa ser cara, deve ser feita com alimentos naturais, produzidos na região em que vivemos;
  • Deve ser colorida e composta por alimentos variados;
  • Saborosa;
  • Precisa ter qualidade e ser consumida na quantidade certa;
  • Deve ser segura para o consumo, ou seja, estar livre de contaminação.

O alimento deve ser uma fonte de prazer e de saúde e não algo que possa comprometer o nosso bem-estar por causa de abusos ou do consumo inadequado.

terça-feira, 29 de março de 2016

Por trás de uma Criança Difícil há uma Emoção que ela Não Sabe como Expressar


Muitos pais e mães se queixam que seu filho é difícil, que diante de uma emoção carregada de raiva, costumam desabafar de forma inadequada, tendo acessos de raiva, falando palavrões ou desobedecendo, mesmo que sutilmente.

Claro que nenhuma criança é igual à outra, e nós não conseguimos imaginar exatamente quais os tipos de necessidades podem ter essas criaturinhas que trouxemos ao mundo e desejamos tudo de melhor.

Crianças difíceis costumam gerar um nível de estresse muito alto nos pais. Não é fácil e nem sempre os livros de auto-ajuda, a experiência que já temos com outros filhos ou as recomendações de outros pais conseguem nos ajudar.

Seu filho, a criança difícil, é única e especial. A única coisa que ela precisa sempre é de compreensão. Na maioria das vezes, são crianças auto exigentes trancadas em seus “palácios internos” em espaços apertados onde não encontram portas abertas para expressar suas emoções.

A criança difícil e a emoção contida

Pense numa criança que teve um dia ruim na escola, quando chega em casa e seus pais perguntam o que aconteceu, ela responde de mal jeito. Diante disso, os pais decidem castigá-la deixando-a em seu quarto durante toda a tarde. O que ganhamos com isso? Nós resolvemos o problema? Claro que não!

A emoção bloqueada é como um espinho cercado por um muro de pedras. Se levantarmos mais o muro, o espinho ficará ainda mais escondido, por isso, o primeiro passo é retirar cada pedra desse muro através da comunicação e do afeto.

O processo para alcançá-las é complexo, mas tenha em mente estes aspectos prévios:

Uma criança difícil nem sempre é o resultado de uma má criação. Você não deve se culpar e nem culpar ninguém.
  • Algumas crianças exigem muito mais de nós do que outras, é da sua personalidade, do seu jeito próprio de ser e isso não significa que nós, pais, fizemos algo errado.
  • Uma criança que dá, mas não recebe o que busca ou que não sabe como se expressar acaba frustrada. São muitas as vezes que elas mesmas se vêem sobrecarregadas por uma miríade de emoções: é raiva que oscila com tristeza, com desgosto, às vezes tédio…
  • Crianças difíceis exigem um maior nível de atenção, compreensão, apoio e até mesmo de criatividade por parte dos pais.

Temos de ser arquitetos de seus mundos fazendo-os seguros, onde eles possam se sentir confortáveis para expressar a emoção contida, permitindo-lhes o conhecer, para desabafar, para sentir-se mais livre e seguro, para percorrer da melhor forma cada um dos cenários que definem a criança em todo o seu ciclo de vida.

Como ajudar a criança difícil a canalizar suas emoções

A criança difícil precisa, acima de tudo, da nossa atenção e de cada uma das estratégias que podemos lhe ensinar de forma criativa para atender suas necessidades e para ajudá-la a gerenciar todo este mundo emocional que, às vezes, a transborda e a bloqueia.

Lembre-se de que a inteligência emocional não é uma característica, é uma habilidade e, portanto, é nosso dever como pais transmitir aos nossos filhos estas estratégias, esse aprendizado.

Observe os passos a seguir para educar as crianças difíceis neste campo, nessa dimensão, onde canalizar, onde dar forma e como expressar a emoção contida:

Sim para o poder do reforço positivo
  • Se recriminarmos os erros de uma criança difícil, se a subestimarmos, ou se a repreendermos por suas reações, geramos nela ainda mais raiva e ansiedade. Lembre-se de que este tipo de criança, no fundo, é muito frágil e têm baixa auto-estima.
  • Use declarações simples como: “Eu confio em você”, “Eu sei que você pode fazer isso”, “eu sei que você é especial”, “Eu sei que você é um menino corajoso e é por isso que eu te amo”…
  • Uma palavra positiva gera uma emoção positiva e a emoção positiva reforça a confiança.
Sim para a comunicação que não julga, não compara e não sentencia

Há pais que comparam a criança difícil com os seus irmãos ou com outras crianças. Isto não está certo, é um grande erro, comparado ao de iniciar uma conversa com declarações como: “você é um preguiçoso, você nunca escuta, você sempre se comporta mal…”

Evite este tipo de comunicação e siga sempre estas orientações:
  • Não sonde, não interrogue. Descubra qual é o momento em que a criança se sente mais confortável para falar.
  • Demonstre confiança, aproxime-se e compreenda. Cuide do seu tom de voz, isso é fundamental para se conectar com as crianças.
  • A comunicação deve ser diária e contínua.
  • Nunca ria ou ironize do que seu filho lhe contar. Para ele é importante, e talvez não será sincero se perceber que falta empatia de sua parte.
Sim para promover um equilíbrio interno na criança
  • Ensine que cada emoção pode ser transformada em uma palavra, que a raiva tem forma, que a tristeza pode ser compartilhada para aliviá-la, que chorar não é ruim e que você sempre vai estar do seu lado para escutá-la.
  • Ensine a respirar, a relaxar, a canalizar suas emoções através de atividades específicas que a distraia.
  • Ensine a aceitar a frustração, que o mundo não será sempre como eles querem.
  • Ensine a ouvir e a falar com assertividade. Diga à criança que a sua voz será sempre ouvida, que tudo que ela diz é importante para você…
  • Ensine a assumir responsabilidades, a cuidar de si mesma a cada passo e decisão que tomarem…
Fonte: Psiconlinews

Aspectos psicológicos também contam na hora de ajudar a criança a emagrecer


 A obesidade traz diversos males para crianças e adolescentes, mas um dos vilões é a falta de autoestima. “Apesar de a infância ser um período onde se preconiza a diversão, constantemente somos lembrados da realidade que nos envolve. Na idade pré-escolar, as crianças já sabem como as pessoas enxergam diferentes características físicas.

A imagem corporal de cada uma vai tomando forma a medida em que se percebe o que é ou não valorizado pela sociedade”, acredita Maria Paula Campagnari, psicóloga e colaboradora do Ambulim (Ambulatório de Transtornos Alimentares) do Hospital das Clínicas do Estado de São Paulo. “O fato de a criança se ver diferente do modo ‘ideal’, pode trazer consequências aos sentimentos de autoavalia, levando a problemas psicológicos”, alerta.

Bullying

Nas escolas, é comum as “brincadeiras” entre as crianças e adolescentes sobre as diferenças físicas. A professora de educação física Camila Cese diz que há preconceito com os “gordinhos”.

“As brincadeiras podem acontecer,  sim, mas a melhor forma de agir é ter uma boa conversa e explicar que diferenças existem e que devem ser respeitadas. Além disso, é preciso comunicar os pais e professores, para que tomem atitudes cabíveis e assim não aumentar a questão”, diz o professor de educação física e personal trainer, Igor Putarov.

“Um outro desafio para nossa área é promover aulas com temáticas voltadas à importância de uma alimentação saudável e à prática de atividade física. Com criatividade e de uma forma lúdica, podemos falar desses assuntos através de jogos e brincadeiras”, diz Cese.

Para Campagnari, todo tipo de piada com relação ao excesso peso de alguma criança é desconfortável e se agrava ainda mais quando se intensifica. “Neste caso, se torna bulliyng, que, por sua vez, tem repercussão desastrosa na vida destas crianças que são alvos”, avalia. “A melhor forma de se resolver a situação é dar força para que a criança enfrente, mostrando aos colegas o quanto se incomoda com as ofensas. Mas quando a situação fica muito grave, é necessário a intervenção de um responsável da escola.”

Ter uma boa imagem, lembra o especialista, é um dos fatores que ajudam as pessoas a ter uma autoestima elevada, mas não é tudo. “A autoestima vai além do aspecto físico. É necessário que esta criança possua uma boa base para conseguir resolver situações desagradáveis que aparecem em sua vida, além de entender que nem tudo acontece da forma como gostaríamos que fossem. As palavras de ordem são: enfrentamento e boa tolerância a frustrações”.

Pistas

Através do comportamento da criança com a alimentação, é possível perceber também alguns problemas psicossociais. Exagerar na comida, com ataques constantes à geladeira, ou se recusar a comer, podem representar problemas psicológicos.

“A alimentação é também um laço importante nas relações de pais e filhos. Representa mais do que uma maneira de nos manter vivos ou de matar a fome. É um meio de troca e comunicação. E muitas crianças podem usar a alimentação como chantagem e oposição, para chamar atenção dos pais”. Para a psicóloga, nestes casos, o que deve ser resolvido é a causa que desencadeou esse comportamento. “O papel dos pais é perceber a alteração na conduta alimentar do filho e encaminhá-lo a um profissional.

Os pais devem ficar atentos se os filhos perdem peso de forma muito acentuada ou quando ingerem uma quantidade muito grande de alimentos em pouco espaço de tempo”.

Transtornos alimentares

As meninas, em geral, são as que mais sofrem com o excesso de peso. “A sociedade faz muita pressão para que as mulheres sejam magras”, diz a psicóloga. A pressão pode levar a menina a ter mania de fazer dieta e desencadear dois problemas graves: a anorexia nervosa e a bulimia, transtornos do comportamento alimentar.

No caso da anorexia, as garotas passam a ter uma percepção modificada do próprio corpo. Elas não exageram quando dizem que se acham gordas – é assim que elas se veem. São meninas com uma imagem complemente distorcida de si mesmas. O livro da “Nova dieta dos Pontos”, afirma que os pais devem ficar alertas se a preocupação número 1 da menina for a boa forma. Casos assim devem ser tratados rapidamente: a anorexia mata.

No caso da bulimia, a menina é preocupada com a forma física, mas demonstra suas emoções, tristezas ou alegrias através da comida. Assim, algumas vezes come compulsivamente e, sentindo-se culpada, tenta se livrar do que já ingeriu tomando laxantes, remédios ou provocando vômitos.

“Todos os problemas parecem ser muito difíceis de controlar, por isso a base de qualquer relação familiar deve ser o amor. O amor que tratamos aqui não deve ser aquele amor controlador, exigente e contestador. E sim, um amor que conduz ao crescimento do outro. Quando esse amor é atingido, conseguimos ver o outro de forma clara e percebemos rapidamente quando algo está errado”, analisa a psicóloga.

segunda-feira, 28 de março de 2016

A importância dos limites para a formação da criança


A mãe ficou envergonhada quando o filho gritou no shopping center por um brinquedo que ela disse: não! O pai reclama que o filho adolescente volta tarde para casa e não se importa com nada. Os brinquedos nunca são guardados após a criança brincar, “obrigando” a mãe a deixar tudo em ordem. Os pais são chamados na escola devido à indisciplina do filho. Essas são apenas algumas das queixas dos pais sobre a falta de limites dos filhos.

Colocar limites, ou disciplina é a arte de ensinar os comportamentos apropriados às crianças. Não é uma tarefa fácil, porém é possível. Mas o que aconteceu durante as últimas décadas para as avós falarem: “no meu tempo era tudo diferente”?

O mundo realmente mudou. Com a ida da mulher ao mercado de trabalho a dinâmica familiar sofreu modificações significativas. Exigências do mundo atual obrigam os pais a trabalharem cada vez mais para garantir o bem estar dos filhos. No entanto, a ausência  provoca em muitos o sentimento de culpa. Na tentativa compensar as exaustivas horas de trabalho, os pais não conseguem dizer “não” aos seus filhos, permitindo-lhes que façam tudo o que quiserem.

O resultado desse processo é a perda de autoridade dos pais e a falta de limites dos filhos. Os limites são importantes na vida da criança, pois eles funcionam como uma rede de segurança. As relações humanas são permeadas de regras de convivência em grupo. Seja na família, no trabalho e nas situações sociais sempre existem “normas” que asseguram os direito e deveres de todos.

A criança que não possui uma disciplina regular dentro de casa, além de provocar a impaciência nos pais, também terá dificuldades em seguir regras em outros contextos. Por exemplo, a necessidade em se manter sempre no domínio das situações pode gerar dificuldades importantes para a criança se inserir no grupo de amigos. Como ela vai conseguir dividir situações com os amigos se não seguir, por exemplo, as regras de um jogo? No futuro, quando adulta, como poderá ser bem sucedida se não conseguir minimamente respeitar as normas de uma empresa? Qual será a qualidade das relações afetivas de uma pessoa que não consegue manter relacionamentos duradouros porque não aceita as demandas do outro e do mundo?

Enfim, quem não respeita regras pode acabar sendo “punido” com a não aceitação dos outros. Assim, a principal conseqüência da falta de limites desde a infância é a dificuldade em construir vínculos duradouros e estáveis, o que poderia favorecer o isolamento e a baixa auto-estima.

Durante a nossa vida, recebemos muitos “nãos” como resposta a algo que queremos. O brinquedo que nossos pais NÃO puderam nos dar, o namorado (a) que NÃO quis dar continuidade no relacionamento, o emprego que NÃO conseguimos conquistar.

Ensinar regras para a criança leva tempo e exige a compreensão dos pais. Observar e diferenciar birras de reais necessidades da criança favorece a segurança na relação não somente com seus pais, mas na construção dos vínculos com a sociedade. É muito importante ser explícito com o filho, mostrando-lhe exatamente o que se espera dele, o que pode e o que não pode ser feito, e quais serão as conseqüências de suas atitudes. No entanto, vale sempre lembrar que violência e punições severas prejudicam o desenvolvimento da criança.

Concluindo, limite é antes de mais nada um fator fundamental para a formação da saúde mental da criança e do futuro adulto.

Alimentos Integrais, qual a importância


Alimento é toda substância que fornece os elementos necessários ao organismo humano para sua formação, manutenção e desenvolvimento, podendo estar sob forma sólida, líquida ou pastosa, adequadas ao consumo.

De acordo com o glossário do Ministério da Saúde, alimento integral é aquele pouco ou não-processado, que mantém em perfeitas condições o conteúdo de fibras e nutrientes em sua composição, ou seja,  durante a fabricação não são descartadas  partes ricas em nutrientes como as cascas e películas protetoras.

Quando comparados aos produtos refinados, apresentam maior concentração de vitaminas e minerais e, ao contrário do que se pensa esses produtos não apresentam quantidade de calorias reduzidas.

São alimentos ricos em fibras solúveis e insolúveis, que, como destacado no artigo anterior “A importância das Fibras Alimentares”, reduzem a incidência de constipação intentinal, doenças cardiovasculares, aumentam a saciedade auxiliando a perda de peso e tratamento da obesidade, entre outros benefícios.

Abaixo conheça o grupo de alimentos integrais e procure incluir ao menos um deles em sua alimentação diária:

• Arroz integral: apresenta grande quantidade de fibras. Rico também em vitaminas A, B, B2, B5 e B6 e em cálcio, fósforo e ferro.
• Açúcar mascavo: enquanto o açúcar branco contém apenas carboidratos, o mascavo apresenta ferro, potássio e vitaminas que são excluídas no processo de refinamento. Não deve ser usado por diabéticos.
• Farinha de trigo integral: tem valor calórico semelhante ao da farinha branca e apresenta mais vitaminas, proteínas e fibras.
• Centeio (grãos, farinha, flocos): utilizado na confecção de pães, é um ótimo alimento, pois é rico em cálcio, ferro, magnésio e fósforo.
• Cevada em grão (cevadinha): cereal leve usado na preparação de pães e sopas. É rico em cálcio, potássio, fósforo, silício, vitaminas do complexo B e beta caroteno.
• Trigo em grão: rico em ácido glutâmico, um tipo de aminoácido. É muito utilizado na culinária árabe, como no quibe cru. Possui vitaminas A, B, C, E e PP, além de cálcio, fósforo, magnésio, potássio e zinco.

A importância das Fibras Alimentares


A importância das Fibras Alimentares
A fibra alimentar é definida como a parte não digerível do alimento vegetal, ou seja, é resistente a ação de enzimas digestivas e absorção intestinal, porém sendo fermentada completa ou parcialmente no intestino grosso.

O consumo adequado na dieta traz benefícios como a redução no risco de doenças crônicas como: doença cardiovascular, AVC, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, câncer de intestino e constipação. Além disso, está relacionado também a melhora no perfil lipídico (colesterol), reduz os níveis de pressão arterial, melhora o controle da glicemia, atua no sistema imunológico e auxilia na redução do peso corporal.

As fibras alimentares são classificadas em solúveis e insolúveis, sendo a primeira facilmente dissolvida em água, formando géis que auxiliam no retardo do esvaziamento gástrico promovendo a sensação de saciedade, e de fácil fermentação pelos microorganimos do intestino grosso, como as pectinas, gomas e mucilagens, enquanto entre as fibras insolúveis, estão a celulose, hemicelulose e ligninas, não solúveis em água e com importante influência no volume do bolo fecal.

Alguns dos tipos de fibras alimentares que devem ser consumidos diariamente em uma dieta equilibrada são:
- Tipo Grupos Fontes
- Polissacarideo não amido Celulose Vegetais e farelos
- Hemicelulose Aveia, cevada, grãos integrais e oleaginosas
- Gomas e mucilagens Alfarroba, psyllium
- Pectinas Frutas, batatas, hortaliças
- Oligossacarídeos Frutanos Cebola, alho, banana
- Lignina Lignina Camada externa de grãos de cereais e aipo
- Fibra de origem não vegetal Quitina, Quitosana, Colágeno e Condroitina Cogumelos, leveduras, casca de camarão

Dentre os alimentos ricos em fibras destaca-se a aveia, um cereal de excelente valor nutricional que pode ser utilizado na elaboração de produtos de valor calórico reduzido, além de ser uma rica fonte de fibras solúveis, principalmente seu farelo, atendendo as características de alimento funcional. 

Outro alimento rico em fibras é a granola, um produto composto por uma mistura de frutas secas, grãos cereais e sementes oleaginosas (como a castanha do pará) cuja predominância é de fibras insolúveis.

As frutas e vegetais também são ricos em fibras solúveis, sendo fonte principalmente de pectina. Os legumes e cereais são fontes de ambos os tipos, sendo que os cereais tem na sua composição um alto teor de fibras insolúveis como é o caso dos grãos integrais.

As fibras também podem ser obtidas por meio de suplementos, como psyllium, inulina e gomas.
As recomendações de ingestão de fibras variam de acordo com a idade, o sexo e o consumo energético, sendo de aproximadamente 14g de fibra para cada 1.000kcal ingerida.

SUCO RICO EM FIBRAS:
- 1 xícara de suco de laranja
- ½ mamão papaia
- 1 ameixa preta picada
- 1 colher de sobremesa de  semente de linhaça triturada
- Gelo a vontade
- Triture a linhaça no liquidificador, junte o suco de laranja, o mamão, a ameixa e o gelo e bata até obter uma mistura homogênea.

Reeducar é preciso


Reeducar é Preciso

A prevalência de sobrepeso e obesidade tem tomado proporção de epidemia no Brasil e no mundo. O fator genético não pode ser descartado, porém pode-se afirmar que a combinação do alto consumo de calorias associado ao sedentarismo contribui de forma significativa para este quadro.


O tecido adiposo (gordura) é um órgão que  secreta diversos hormônios chamados “citocinas”, com isso uma pessoa obesa é considerado um individuo inflamado. Dentre os hormônios secretados destacam-se:

- TNF alfa (Fator de Necrose Tumoral alfa): responsável pelo aumento na concentração de triglicerídeos no sangue levando a aterogênese, ou seja, formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos.

- Cortisol: hormônio também secretado em situações de stress, no qual, estudos indicam que pessoas que produzem muito cortisol tendem a comer mais (principalmente carboidratos – pães, massas, doces).


A reeducação alimentar tem por objetivo facilitar a adoção de hábitos alimentares que visam promover a saúde, seja para manutenção ou ganho de peso, bem como auxiliar no emagrecimento. A combinação de dieta mais atividade física resultam em perda de peso mais eficiente tanto a curto quanto a longo prazo.


A combinação de cereais, vegetais, legumes, frutas, leite e derivados, leguminosas, óleos e carnes em suas devidas proporções, bem como o fracionamento das refeições ao longo do dia representam um programa de Alimentação Saudável.


Há também formas de potencializar a dieta pelo uso de alimentos com propriedades benéficas, como é o caso da farinha de banana verde, que apresenta níveis significativos de amido resistente auxiliando no trânsito intestinal e prevenção de doenças como o câncer  de intestino, além de promover a saciedade.


Uma alimentação adequada pode auxiliar tanto na prevenção como no tratamento de diversas doenças e, por isso uma avaliação dos hábitos alimentares é essencial. Portanto, para garantir que seus objetivos sejam atingidos, assim como auxilio na prevenção de problemas de saúde relacionados a dieta não adequada a cada individuo, é recomendado o acompanhamento com nutricionista.
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