quarta-feira, 20 de julho de 2016

Oito benefícios que a amizade traz para sua vida e saúde



Hoje é o Dia do Amigo. Então, como um flashback, tente relembrar os momentos mais marcantes que você já viveu. Na maioria deles, quem estava do seu lado? Certamente, aqueles que você pode chamar de amigos. Escolhidos a dedo ou impostos pelo acaso, eles servem de combustível para enfrentarmos desafios do dia a dia, dividindo experiências boas e ruins.

"A amizade é uma das formas de aprimoramento do ser humano". Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física. Confira oito vantagens de cultivar sempre seu círculo social:

1. Risco menor de doenças
Pesquisas confirmam: seu corpo fica mais imune a problemas de saúde. Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que pessoas muito solitárias ao longo da vida tendem a ser mais indefesas, ter noites ruins de sono e sofrer mais com as complicações enfrentadas ao longo da vida, como o estresse. Outro estudo americano, publicado no Journal of the American Medical Association, apontou uma relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer.

2. Vida mais longa
Seus amigos mal devem imaginar, mas a presença deles melhora 50% a chance de você viver mais. O dado vem de pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, que analisaram 148 estudos feitos durante sete anos e meio. Segundo eles, quem passa grande parte da sua vida sem interações sociais tem um prejuízo relacionado à longevidade que pode ser comparado a fumar cigarros todos os dias, ser alcóolatra ou ser obeso.


3. Mais otimismo no seu dia a dia
A felicidade é contagiante e a comprovação vem de um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA. Durante duas décadas, cinco mil pessoas foram analisadas. Como resultado, a probabilidade de sorrir mais para a vida cresceu em até 60% nos participantes que conviviam com pessoas alegres. É um efeito dominó: se você é otimista, a chance de seu amigo e até do amigo do seu amigo também ficarem felizes é muito maior.

4. Saúde para o coração
Vínculos afetivos estimulam as emoções positivas, certo? Essas emoções, por sua vez, influenciam nos batimentos cardíacos. Um estudo que durou dez anos, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

5. A melhor forma de dividir seus sentimentos
Essa é uma necessidade natural de todo ser humano: compartilhar experiências e sensações. "A cumplicidade explica a ligação que torna os amigos inseparáveis. A compreensão que existe nesse tipo de relacionamento é profunda e marcada por muitas descobertas em conjunto, diferente do que acontece no ambiente familiar onde as posições estão marcadas desde sempre", explica a psicóloga Marina Vasconcellos.

6.Relações amorosas duradouras
O psicólogo John Gottman, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, afirma que ser amigo é uma espécie de "cola" que une marido e mulher em um casamento estável. Ele só concluiu isso depois de duas décadas de pesquisa. "Os casais mais felizes, com relacionamentos de longo prazo, falavam da presença da amizade no casamento e sobre como amar e fazer amor é uma extensão dessa amizade", conta o especialista. Ainda de acordo com ele, 70% da paixão, do romance e do sexo para os homens decorre da amizade, e a porcentagem é ainda maior para as mulheres.


7. Amadurecimento longe da depressão
A prática de se relacionar e manter amizades ajuda a amadurecer e isso serve principalmente para as crianças. De acordo com um estudo da Universidade do Maine, nos Estados Unidos, apenas um amigo de verdade já é suficiente para ajudar os pequenos a se desenvolverem psicologicamente e mandaram para longe a depressão, a baixa autoestima, a ansiedade e a depressão.

8. Físico em forma!
Ter amigos nos livra de muitos problemas relacionados à depressão e ao tédio. "Pessoas depressivas tendem ao sedentarismo e a uma dieta desequilibrada", explica o cardiologista Juliano de Lara Fernandes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Portanto, estreitar os laços significa diminuir o risco de estar acima do peso. Além disso, um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, apontou que, se seus melhores amigos praticam atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo por conta da capacidade de influência das amizades.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Saiba como planejar suas refeições da semana



Atualmente, muita gente tenta seguir uma alimentação equilibrada – não só por uma questão estética, mas também devido a uma preocupação maior com a sua saúde e com qualidade de vida.

Mas, é fato, também, que algumas pessoas comentam que não conseguem seguir uma dieta saudável porque “não têm tempo” e nem “criatividade” para prepararem seus próprios alimentos.


Assim, acabam comendo fora ou fazendo, em casa, o que lhes parecer mais prático.
Nesses casos, fica evidente que, com mais organização e, consequentemente, com um pouquinho mais de tempo, tais pessoas conseguiriam seguir uma alimentação mais saudável, comendo fora e/ou optando por pratos prontos somente em ocasiões especiais.

Mas, como se organizar neste sentido? Talvez esta seja sua pergunta no momento. E a resposta é muito mais simples do que você imagina: basta planejar sua alimentação com antecedência, montando seu cardápio semanal!

A maioria das pessoas aproveita o descanso de domingo para montar seu cardápio semanal e já fazer as comprar no supermercado. E esta é uma boa dica!

É bastante importante que este planejamento de cardápio seja feito conforme as orientações passadas pela sua nutricionista. Mas, caso você ainda não tenha se consultado com uma nutricionista, fale com uma das nossas nutricionistas!

1. Saladas: “Ao elaborar o cardápio deve-se ter a preocupação de observar que a salada seja composta com alimentos que não componham as demais preparações”. Elas deverão variar entre:

- Folhas: alface, escarola, almeirão, rúcula, agrião, radicchio, etc;
- Legumes crus: cenoura, nabo, beterraba, rabanete, etc;
- Legumes cozidos: beterraba, batata, cenoura, etc;
- Outros: Queijo, frutas, etc.

2. Prato principal: Deverá ser composto por alguma proteína: carne, frango, peixe ou ovo. “É preciso apresentar preparações de carne diferentes no mesmo dia e modificar os tipos de cortes durante a semana”.

3. Prato base: Deverá ser composto por algum carboidrato: arroz, feijão, lentilha, cevadinha, quinua, grão de bico, mandioquinha, batata, batata doce etc.

4. Guarnições: Uma verdura ou legume cozido no vapor ou refogado ou assado.

A especialista ainda destaca que, para montar um cardápio, deve haver um equilíbrio na ingestão dos alimentos e, consequentemente, de nutrientes. “Ou seja, não devemos repetir muito os alimentos. Além disso, devemos manter uma harmonia entre as cores, sabores e textura dos alimentos que compõem o cardápio”.

Sugestões de almoço e jantar para o seu cardápio semanal
 
Abaixo você confere uma sugestão de cardápio semanal (com almoço e jantar) onde são utilizados alimentos saudáveis, variados e saborosos.

Almoço
 
Opção 1: Carne seca acebolada; salada de alface, tomate e azeitona preta; arroz integral com brócolis e feijão; couve refogada.
Opção 2: Bife grelhado; salada de rúcula e tomate; arroz integral, feijão e brócolis refogado com alho.
Opção 3: Peixe grelhado com molho de mostarda; salada de folhas verdes, beterraba crua e tomate; arroz 7 grãos, grão de bico e chuchu refogado.
Opção 4: Filé de frango grelhado; salada de folhas verdes e tomate cereja; macarrão integral com molho vermelho e brócolis.
Opção 5: Omelete com cebola e tomate; salada de folhas verdes, tomate e palmito; arroz integral com brócolis, feijão e couve refogada.
Opção 6: Rolinho de frango com cenoura e gergelim; salada de alface crespa, agrião, rabanete, pepino, tomate e nozes; arroz integral; feijão e abobrinha no vapor.
Opção 7: Bacalhau assado com ervas ao forno; salada de alface americana, agrião, lascas de manga e sementes de chia; quinua; aspargos no vapor.
Opção 8: Bife grelhado com molho de cogumelo; salada de alface crespa, endívia, beterraba, pepino, broto de feijão e tomate cereja; lascas de batata com alho poró; berinjela grelhada.
Opção 9: Coxa de frango com ervas; salada de alface americana, rúcula, cenoura, tomate e folhas de hortelã; arroz com lentilha; vagem no vapor.
Opção 10: Linguado ao forno; salada de alface roxa, agrião, palmito pupunha e tomate cereja; arroz integral com espinafre; abóbora assada.

Jantar
Opção 1: Atum; salada de folhas verdes, tomate e cenoura ralada; arroz 7 grãos e beterraba cozida.
Opção 2: Filé de peixe com cenoura e batata; salada de alface com tomate; arroz branco e couve refogada.
Opção 3: Filé mignon; salada de alface, rúcula e tomate; arroz integral; abobrinha com milho e cenoura no forno.
Opção 4: Carne moída com abobrinha; salada de agrião com tomate cereja; arroz 7 grãos; cenoura refogada.
Opção 5: Almôndegas assadas; salada de rúcula com manga e tomate cereja; purê de batata doce; ervilha refogada.
Opção 6: Picadinho de filé mignon; salada de alface roxa, alface frisée, agrião, figo e tomate cereja; purê de batata doce; chuchu refogado com salsinha.
Opção 7: Frango grelhado; salada de alface crespa, rúcula, cenoura e beterraba; purê de mandioquinha; brócolis no vapor.
Opção 8: Filé de pescada com alecrim ao forno; salada de alface americana, agrião, tomate, palmito e gergelim; arroz integral com brócolis; purê de cenoura.
Opção 9: Omelete com legumes; salada de alface crespa, agrião, repolho roxo e cenoura ralada; arroz 7 cereais.
Opção 10: Sopa de legumes com frango e batata doce, salada de alface crespa, escarola, pepino, rabanete, grão de bico e hortelã.

O que não pode faltar no cardápio e o que deve ser evitado

Alimentos que devem e que não devem ser consumidos na dieta de quem busca seguir uma alimentação saudável. As orientações são muito importantes para o momento de montar seu cardápio semanal!

O que não pode faltar: saladas à base de folhas, vegetais variados e se possível, substituir arroz branco pelo integral, 7 grãos ou quinua.

O que você deve evitar: alimentos gordurosos como frituras, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela e salame), creme de leite, preparações que contenham muito óleo ou manteiga, carnes gordurosas (costela, cupim, acém, picanha, fraldinha), pele de frango, queijos muito amarelos e cremosos, doces com cremes e chantilly e carboidratos com alto índice glicêmico e pobres em fibras (açúcar, alimentos preparados com farinha refinada como tortas, massas, pão).

Como conservar os alimentos para consumir a semana toda?

Quais são os cuidados necessários, ao longo da semana, com a conservação dos alimentos (especialmente no caso dos legumes e frutas)? Esta é uma dúvida bastante comum.

Frutas, verduras e legumes devem ser conservados sob refrigeração, pois o frio retarda o processo de deterioração, garantindo a qualidade por um tempo maior. “A temperatura ideal de conservação é ao redor de 10ºC, pois estes alimentos são sensíveis a temperaturas muito baixas, que ‘queimam’ as folhas de verduras e provocam manchas nas frutas. Por isso, devem ser colocados na parte inferior da geladeira”.

Ainda de acordo com a nutricionista, as frutas e os legumes devem ser embalados individualmente, sem lavar, em recipientes plásticos ventilados. “Já as verduras como alface e rúcula devem ter as folhas soltas, higienizadas, secas e guardadas em recipientes plásticos ventilados ou sacos transparentes cheios de ar”, acrescenta.

Vantagens do planejamento do cardápio semanal

O planejamento do cardápio é importante para variar as preparações e para orientar as compras do supermercado.

Mas não para por aí! Abaixo você confere essas (citadas acima) e outras vantagens de montar seu cardápio semanal:

Variação dos alimentos: 

O planejamento do cardápio é importante para variar as preparações. Afinal, ninguém consegue seguir adiante com uma dieta na qual se come todos os dias praticamente os mesmos alimentos!
Economia: com o cardápio semanal em mãos é possível ir ao supermercado e comprar somente o necessário, evitando, assim, gastos desnecessários.

Tempo: com o cardápio semanal em mãos, não se perde tempo, durante a semana, indo ao supermercado etc. comprar um ingrediente ou outro que faltou para preparar determinado prato. Basta utilizar os ingredientes que já estão em casa para fazer os alimentos já determinados no cardápio.

Nutrição: tendo um cardápio semanal, fica mais fácil fugir das possíveis “tentações” (como doces, fast food, lanches). “A falta de planejamento leva as pessoas a consumirem produtos de fácil preparo e pouca qualidade nutricional, como é o caso de miojo, nuggets, lasanhas congeladas, pizza etc. Se existir um cardápio, fica mais fácil seguir a dieta”.

Não desperdício: indo ao supermercado com o cardápio semanal em mãos, compra-se somente o necessário, evitando-se assim, também, o desperdício dos alimentos perecíveis.

Foco: parece bobagem, mas o ato de, semanalmente, sentar e organizar como será a sua alimentação ao longo da semana – que incluirá tudo aquilo que você gosta (claro, mas que também é saudável) – a deixará mais motivada para seguir em frente com a sua dieta.


sexta-feira, 8 de julho de 2016

8 dicas para fazer seu final de semana render


O segredo para tornar seu final de semana maior está em relaxar de verdade. Para isso, tenha em mente duas palavras: organização e disciplina. Pode parecer estranho associar duas idéias tão ligadas a trabalho ao plano de um fim de semana perfeito, mas funciona. Confira as dicas que reunimos para você.

Crie um ritual de início
A importância dos rituais como marcas de passagem do tempo é indiscutível. Marque o começo do fim de semana com seu próprio rito. Vale chegar em casa com uma comidinha que você adora, trazer flores ou acender uma vela. O importante é associar o ato ao abandono das preocupações da semana.

Reserve tempo para fazer algo de que você realmente gosta
Tire da cabeça as preocupações deixadas no escritório e abra espaço para o que você gosta, seja uma sessão de cinema, um passeio à praia ou o preparo de um prato bem gostoso. Mas não adianta estar em Fernando de Noronha pensando no trabalho, avisa Juan Canizares, psicólogo e diretor da PRODH, Consultoria em Desenvolvimento Humano.

Mova-se!
Para não deixar o exercício físico se tornar uma obrigação, o importante é fazer a escolha certa. Quem não gosta de academia pode caminhar no parque; quem odeia natação pode fazer musculação. De qualquer maneira, a atividade física nos deixa mais dispostas e aumenta a vitalidade.

Esteja em espaços abertos
Variar o ambiente é essencial para não transformar o fim de semana numa extensão do clima do trabalho. Se você passa a semana dentro de um escritório com ar condicionado, procure tempo para estar ao ar livre. Diversificar vale para todas as áreas: comer um mesmo prato todo dia enjoa, compara Juan.

Faça uma lista das pequenas tarefas a cumprir... e corte-a pela metade
É natural que o fim de semana sirva como apoio para as coisas que não conseguimos tirar da frente no resto dos dias. Se não dá para se livrar de todas, liste o que precisa ser feito, corte o que não é urgente e defina um tempo para cumprir o que sobrou. Tire uma hora para descartar sobras de alimentos da semana, olhar cadernos escolares dos filhos, separar roupas de lavanderia e roupas para conserto, aconselha a personal organizer Luiza Vieira.

Para cada tarefa, programe uma diversão também
No lugar de cada tarefa cortada, programe uma atividade divertida. Em vez da feira comum, que tal visitar uma feira de antiguidades? As opções de lazer são infinitas e há alternativas para todos os bolsos. Basta prestar atenção ao seu gosto: passeios de bicicleta, filmes alugados, viagens, livros e passeios no parque.

Acorde no máximo uma hora depois de seu horário normal
Aproveitar o final de semana para dormir parece a opção natural de quase todo mundo. Mas é uma armadilha: além de nos fazer perder horas de diversão, exagerar no sono enlouquece o relógio biológico e torna a segunda-feira ainda mais difícil. Não precisa programar o despertador, mas quando acordar, se levante ¿ de nada adianta ficar rolando na cama.

Faça o domingo à noite ser divertido
Assim como o ritual de início, crie uma espécie de hábito de fim. O ideal é ter sempre um programa divertido e leve. Pode ser um jantar preparado com a família, uma pizza com os amigos, um filme alugado para assistir com o namorado. E que venha a segunda-feira!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Descubra 7 sintomas de desequilíbrio hormonal


Descubra como identificar sinais de desequilíbrio hormonal

Cansaço recorrente, alterações de humor, libido em baixa, ansiedade e oscilações de peso. Você já deve ter enfrentado algum desses incômodos, que muitas vezes são enxergados como normais. Mas saiba que é preciso ter atenção com tais manifestações. Elas podem ser indícios de um desequilíbrio hormonal no corpo.

Os hormônios são elementos químicos sintetizados pelas glândulas endócrinas que estão presentes no corpo. Com função reguladora, eles influenciam tanto na parte física, quanto nos aspectos emocionais e orgânicos. Suas funções afetam desde o nosso crescimento até a regulagem dos níveis de açúcar e sal no sangue.

Descubra 7 sintomas de desequilíbrio hormonal

Toda mulher que já se deparou com os sintomas de tensão pré-menstrual (TPM) sabe do poder que os hormônios têm sobre o nosso astral e, consequentemente, nossa vida. Então imagine ter que lidar de forma recorrente com o desequilíbrio hormonal? Isso pode gerar estresse e até prejudicar a vida amorosa.

De forma geral, os problemas hormonais ocorrem quando existe excesso (hiperfunção) ou falta (hipofunção) de determinados hormônios. Isso, é claro, ocasiona alguns sintomas. Conheça sete deles.

Ciclo menstrual irregular

Se o seu período de menstruação é sempre muito indefinido, saiba que isso pode ter relação com o excesso ou a falta de alguns hormônios reguladores. Pode ser indício ainda de doenças como a síndrome do ovário policístico. Vale conversar com o seu ginecologista sobre o assunto.

Insônia
As horas de sono são importantíssimas para que o corpo possa recuperar suas energias após um longo dia. Por isso, se você sofre de insônia, é necessário averiguar as causas. Uma delas pode ser a falta de progesterona, o hormônio liberado pelos ovários que contribui para as noites de sono.

Cansaço excessivo
Quando você sente sensação de fadiga recorrente em distintos momentos do dia, pode ser sinal de que seus hormônios estão desequilibrados, afetando o bom funcionamento da tireoide. Isso faz com que você fique sempre cansada e desmotivada.

Alterações no peso
Níveis muito elevados de estrogênio alteram o seu apetite e podem fazer você comer mais. O resultado? Números extras na balança.

Dores de cabeça constantes

Aquela sensação de dor de cabeça latejante em diferentes momentos da rotina pode ser um sinal de níveis de estrogênio em baixa no organismo.

Falta de libido
O desejo sexual também é afetado pelos hormônios. Quando alguém está com baixos níveis de testosterona, a libido é prejudicada.

Pele oleosa

Os hormônios, quando em excesso, refletem até na saúde da pele. Cútis oleosa e muita acne – mesmo na vida adulta – podem ser indicativos de desequilíbrio. 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

10 dicas de cuidados com a pele no inverno


Dicas para manter uma pele saudavél no inverno

1.Use um produto suave para limpeza da pele

O creme de  limpeza remove a sujeira e maquiagem sem retirar os óleos naturais da sua pele, fazendo com que ela não fique repuxada e desconfortável. Esse espesso creme é feito com óleo de amêndoas, água de rosas, cera de abelha e mel, podendo ser removido com um algodão com água morna. Ele é particularmente bom para peles secas e sensíveis, e é uma ótima alternativa durante o inverno para produtos de limpeza da pele que fazem espuma. 

2.Esfolie bem, mas suavemente
Esfoliações regulares ajudam a retirar célular mortas, dando maciez à áreas secas e rachadas, deixando a pele macia e iluminada. O sabonete facial Movis usa pão integral para esfoliar a pele a cada lavagem – ou você pode esfoliar sua pele com uma toalha úmida depois de ter usado seu produto de limpeza facial de sempre. Para um tratamento intensivo use o esfoliante de rosto e corpo, Ocean Salt, que contém sal marinho que é rico em minerais. Aplique na pele úmida para uma esfoliação mais suave e na pele seca para uma esfoliação mais pesada. 

3.Cuide do seus lábios 

O esfoliante Popcorn contém açúcar, sal marinho e polenta para dar maciez à lábios secos, rachados e com pelinhas soltas. Para completar, use um bálsamo como o Lip Service, que lacra a umidade natural e protege os lábios dos elementos climáticos. 

4.Ajude suas mãos

A pele de suas mãos é muito fina e o tempo frio, em combinação com os efeitos do vento, secadores e aquecedores, podem deixá-la seca e machucada. O creme Helping Hands contém óleo de amêndoas, manteiga de cacau e camomila para dar alívio à mãos rachadas. Use diariamente para manter as mãos macias e hidratadas – ou aplique uma camada antes de dormir e coloque luvas de algodão para um tratamento mais intensivo. 

5.Segure a umidade

O mel é um umectante natural, o que quer dizer que ele atrai e retém umidade – além de ter propriedades bactericidas e antissépticas. O Honey I Washed The Kids é um suave sabonete com aroma de caramel que contém mel, glicerina e extrato de babosa. Ele é calmante e macio, então é perfeito para as peles rachadas de inverno. 

Use sempre proteção

Pode até estar frio lá fora, mas ainda assim é importante proteger sua pele dos raios solares. Se você estiver indo em busca do sol ou da neve, não se esqueça de usar um produto com SPF apropriado e mesmo que pareça um dia cinzento de inverno, não se esqueça de usar um protetor diariamente. 

6.Alimente seu rosto

O tempo frio pode deixar a pele sem graça, seca e acizentada, mas usar uma máscara fresca semanalmente como a Oatifix para ajudar a ter seu brilho de volta. Ela é feita com as hidratantes bananas e manteiga de ilipê, combinadas com as esfoliantes amêndoas e kaolin – então ela serve para remover suavemente as células mortas, deixando as peles secas e sensíveis hidratadas. 

7.Acalme as coceiras

Muitas pessoas que sofrem de eczema dizem que seus sintomas pioram durante o inverno e geralmente todos nós percebemos que nossas peles ficam ainda mais secas com o frio da rua e aquecedores ligados. O hidratante corporal Dream Cream é feito com ingredientes calmantes e refrescantes como leite de aveia, água de rosas e óleo de camomila alemã para acalmar peles irritadas e aliviar a sensação de peles rachadas e ressecadas. 

8.Dê um mergulho

Abacates são repletos de óleos não saturados que hidratam e acalmam a pele – além das vitaminas A, B, C e E. A bomba de sal de banho Avobath é feita com abacate fresco e óleo de oliva, sendo perfeito para peles secas ou maduras, já que ela condiciona a pele enquanto você se banha, deixando a pele ressacada do inverno macia e sedosa. Coloque na banheira com água morna – não muito quente, já que a água muito quente tira os óleos naturais da pele. 

9.Lambuze-se

As temperaturas e os aquecedores podem deixar as unhas fracas e as cutículas arrepiadas e machucadas. Mantenha um pote de Lemony Flutter sempre à mão, e aplique diariamente para manter suas unhas em ótimas condições.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Comer em horários irregulares aumenta o risco de hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade


Uma revisão de estudos mostrou que comer em horários irregulares aumenta o risco de hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade.

Pesquisadores concluíram que a hora que você come é tão importante quanto o quê você come. De acordo com dois estudos publicados quarta-feira no periódico científico Proceedings of the Nutrition Society, comer em horários irregulares está associado a um maior risco de hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores britânicos e brasileiros, revisaram 28 estudos já publicados sobre o impacto dos padrões alimentares na saúde. Nosso corpo é regido pelo ritmo circadiano (relógio biológico interno), que normalmente segue um ciclo de 24 horas. Muitos processos metabólicos, como o apetite, a digestão e o metabolismo da gordura, do colesterol e da glucose, seguem este ritmo. Por isso, o nosso padrão alimentar pode alterar este relógio interno, principalmente no funcionamento de órgãos diretamente ligados à digestão, como o fígado e o intestino. Por outro lado, esse relógio também é regulado pelo ciclo claro/escuro ou noite/dia, que, por sua vez, também pode afetar a nossa alimentação.

Os resultados dessa revisão mostraram, por exemplo, que pessoas que trabalham em turnos correm um risco aumentado para câncer, doenças cardiovasculares e síndrome metabólica – o que inclui pressão alta, diabetes tipo 2 e obesidade. Já o “jetlag social”, que acontece principalmente quando as pessoas mudam seu padrão de sono aos finais de semana, foi associado a um maior risco de doenças como obesidade e síndrome metabólica, ao passo que dormir pouco está associado ao ganho de peso.

Alguns estudos mostraram também uma relação entre pular o café da manhã com piores escolhas alimentares durante o dia. Ou seja, pessoas que pulam esta refeição tendem a preferir alimentos gordurosos e mais prejudiciais à saúde, em comparação com aquelas que têm o hábito de comer quando acordam.

Outro fator tão importante quanto o que e quando você come, é com quem. De acordo com os autores, evidências apontam que a refeições familiares regulares contribuem para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis em crianças e adolescentes.

Em relação à distribuição das calorias ingeridas ao longo do dia, um estudo clínico recente mostrou que ingerir mais calorias no café da manhã do que no jantar está associado à maior perda de peso e melhoria nos níveis de açúcar no sangue. Já outros sugerem que o que você come a noite pode afetar seu índice de massa corporal (IMC) de forma diferente dependendo se você toma café da manhã regularmente ou não.

“Parece mesmo haver uma verdade por trás do ditado de que devemos tomar café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um pobre. Embora tenhamos um entendimento melhor sobre o quê devemos comer, ainda nos sobra a questão de qual refeição no deveria dar a maior parte da energia do dia a dia. Apesar de estudos sugerirem que consumir mais calorias tarde da noite está associado à obesidade, ainda estamos longe de entender se nossa ingestão de energia deve ser distribuída igualitariamente ao longo do dia ou se o café da manhã deve mesmo fornecer a maior proporção de energia, seguido do almoço e do jantar.”, disse Gerda Pot, pesquisadora do King’s College London e principal autora dos estudos.

Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/a-hora-que-voce-come-e-tao-importante-quanto-o-que/

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Obesidade e Depressão


A Obesidade é considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde e motivo de preocupação, sendo uma das prioridades em saúde pública em todo o mundo, juntamente com desnutrição e doenças infecciosas.

Estudos genéticos e epidemiológicos têm confirmado cada vez mais que o baixo peso ao nascimento, típico de populações pobres, correlaciona-se com aumento de risco de obesidade posterior.
A obesidade é uma doença grave, crônica, de elevada morbimortalidade e de postulada etiologia multifatorial. Vem aumentando de maneira assustadora em países desenvolvidos e também naqueles em desenvolvimento. Estima-se que em países desenvolvidos em torno de um terço dos adultos é de obesos e prevê-se que por volta do ano 2020 mais de 20% da população mundial sofrerá de obesidade.

Estima-se no Brasil que entre 2000 e 2005 o continente de indivíduos com sobrepeso passará de 45 para 60 milhões, enquanto a população obesa saltará de 12 para 17 milhões.
A média da obesidade infantil no mundo é de 6,7%, nos EUA é de 20%. Na vida adulta isso poderá implicar riscos para a saúde física e desenvolvimento de transtornos psiquiátricos.

A obesidade é definida como um excesso corporal de gordura, acima dos 20% do peso corporal em homens e dos 30% em mulheres. O índice mais empregado para classificação da obesidade é o Índice de Massa Corpórea (IMC), que é calculado dividindo-se o peso em quilos pela altura em metros ao quadrado.

Classifica-se a obesidade em dois subgrupos. A central (andróide, abdominal ou visceral) e a periférica (ginecóide, gluteofemoral). A obesidade visceral está associada a um risco aumentado para doença cardiovascular, diabetes do tipo 2, acidente vascular cerebral e alguns tipos de câncer.
A mensuração da circunferência abdominal (CA) é o método mais fácil e largamente empregado no ambiente clínico e em estudos epidemiológicos. Risco de comorbidades associadas à medida da cintura:
 - risco aumentado: homens > 94 cm
                                   mulheres > 80 cm
- alto risco:                homens > 102 cm
                                   mulheres > 88 cm

Aspectos psicológicos e psiquiátricos da obesidade
A retirada paulatina do obeso do rol dos culpados a pelo menos dois pecados capitais- a gula e a preguiça- tem sido feita pelos profissionais de diversas áreas que o assistem.
Atitudes discriminatórias são encontradas no ambiente de trabalho, familiar e estudantis. Pessoas obesas casam-se menos e apresentam renda financeira menor quando comparadas a pessoas sem sobrepeso. Indivíduos obesos apresentam maior sofrimento emocional, atitudes negativas e discriminação. 

Não só a saúde física, mas também a saúde mental e a vida social de pacientes obesos podem ser afetadas pela obesidade. Estudos têm demonstrado que a obesidade pode estar associada a transtornos mentais e essa relação pode ser de mão dupla. 

Pessoas com doença mental grave, particularmente Esquizofrenia, Transtorno Bipolar e Transtorno depressivo maior, têm uma taxa média de mortalidade 2 a 3x mais elevada do que a população em geral, o que corresponde de 10 a 25 anos de expectativa de vida encurtada. 

Há uma relação recíproca entre depressão e obesidade, onde se encontra um aumento de quadros depressivos em pacientes obesos e um aumento da incidência de obesidade em pacientes deprimidos.
Estima-se que 19% das mulheres experimentem um episódio de depressão nos três meses posteriores ao parto. A depressão pós-natal está associada a alterações da amamentação, incluindo cessação precoce. Nessas crianças e em mais velhas, a depressão materna está associada a baixa interação, aumento de inatividade das crianças e aumento do número de horas de televisão.

Algumas proposições suportam a idéia de que há uma relação direta entre o índice de massa corpórea (IMC) e a maior frequência de comportamento compulsivo alimentar ou episódio bulímico. O Transtorno Alimentar Compulsivo Periódico (TACP) é muito frequente em pacientes em tratamentos para perda de peso, com prevalência estimada de cerca de 30% entre obesos, versus 2 a 3% na população geral de obesos, 50% entre os candidatos a cirurgia bariátrica e 70% em grupos de autoajuda, como os Comedores Compulsivos. Pacientes com TCAP têm maior frequência de recaídas após tratamento, maior comorbidade com depressão, abuso de álcool e drogas, transtorno de personalidade e insatisfação com a imagem corporal, quando comparados com os obesos controle.
Hoje a cirurgia bariátrica constitui o único procedimento provado como efetivo no tratamento da obesidade mórbida, de terceiro grau ou "extrema".  
 
O Conselho Federal de Medicina incluiu a depressão como uma das comorbidades que poderão ter indicação para a realização da cirurgia bariátrica em pacientes com IMC maior que 35. 

A presença de um quadro psiquiátrico no pré-operatório de um paciente com sobrepeso grau 3 não deve ser encarada como contra-indicação para uma cirurgia, desde que adequadamente controlado. 
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