segunda-feira, 26 de junho de 2017

3 dicas para fugir da preguiça e começar bem a semana


Toda semana, o ciclo é o mesmo. Cinco dias de trabalho para dois de descanso. Domingo à noite sempre bate aquela preguiça ao pensar que no outro dia é hora de voltar à rotina. Segundo o coach e consultor de carreira Emerson Weslei Dias, esse desânimo é muito normal. “É muito mais fácil ficar descansando do que trabalhar. O corpo se acostuma e fica complicado voltar na segunda-feira”, justifica.

Por mais que pareça difícil, as obrigações estão aí e você precisa sempre estar motivado para continuar trabalhando. Confira abaixo 3 dicas do consultor para encontrar essa motivação e começar a semana com tudo.

1. Tenha um propósito
O trabalho deve ser encarado como um fator importante para conquistar aquilo que você deseja. Segundo Dias, ter um propósito na vida, mesmo que pequeno, é a motivação necessária para te tirar da cama no começo da semana. “Não há como ter resistência se você encara aquela tarefa como um passo para atingir seus objetivos”, explica. Definido o seu propósito de vida, é muito mais fácil levantar na segunda-feira com o mesmo pique que você teve no final de semana.

2. Aposte na visualização
Já tenho o meu propósito, e agora? Você precisa lembrar dele a todo momento e uma dica importante é usar artifícios visuais para isso. “Colocar post-its ou notas no celular com seus objetivos do ano te impulsionam durante os dias de preguiça”, sugere o consultor. Outra ideia é criar um compromisso público. Ou seja, manifeste a seus amigos e/ou familiares as coisas que você quer realizar. Dessa maneira, as pessoas irão lhe cobrar e você se sentirá mais motivado a trabalhar para concluir seus desejos.

3. Tenha pensamentos afirmativos
Um exercício importante é a afirmação. “É o que você diz para si mesmo naquele momento de preguiça”, explica Dias. Além de pensar em pessoas que te inspiram e em frases motivacionais, pense sempre em pequenos objetivos que você quer cumprir ao longo do ano. Para realizar aquela viagem de férias incrível, você precisa levantar da cama na segunda-feira e se esforçar na semana de trabalho. Segundo o consultor, fechar os olhos e se imaginar em um lugar que te faz bem pode ser uma ajuda extra.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O que comer no inverno? 7 alimentos saudáveis para a estação mais fria


Chegamos ao inverno. E, junto à estação mais fria do ano, uma fartura de alimentos bem peculiares à época nos convida a incrementar pratos e elaborar novas opções às dietas cotidianas. No âmbito da alimentação saudável, esse período, que vai até 23 de setembro, é propício principalmente às diversas frutas e legumes, fontes de nutrientes imprescindíveis ao bom funcionamento do nosso organismo.

É mais do que sabido que corpo humano funciona em constante sincronicidade com a natureza e suas respectivas estações. Garantir o bom funcionamento orgânico depende diretamente dessa cumplicidade com a Terra, por isso, é importante que conheçamos as épocas naturais de colheita de cada alimento.

Cada um deles representam maior plenitude nas suas propriedades nutricionais, como a função de provocar a sustentação da vitalidade dos órgãos e vísceras do organismo:

"Os alimentos da estação são mais nutritivos sempre, e segundo a medicina antroposófica, de acordo com a época do ano são os alimentos mais importantes para a nossa saúde. Os alimentos que estão na safra também são importantes pelas questões de sabor e, claro, preço, por estarem naturalmente em seus períodos de colheita", destacou.

Alguns estudos apontam que durante o inverno, por causa da temperatura baixa, alguns sistemas do nosso corpo ficam mais fragilizados, como, por exemplo, os rins, a bexiga, além dos ossos e dentes. Durante o período, os rins estão mais "yin", ou seja, menos ativos, em relação ao seu tempo de parada e renovação e, para fortalecê-los, o consumo dos alimentos típicos da região fará um trabalho mais adaptado ao organismo.

Frutas, verduras e legumes do inverno

Entre as frutas, há várias opções ricas em vitamina C a pleno fulgor no inverno, como laranja lima, laranja pera, mexerica e morango. Carambola, kiwi e mamão formosa também são típicas da estação. Entre os legumes, os destaques vão para abóbora, batata-doce, cará, cogumelo, ervilha comum, ervilha torta, inhame, mandioca, mandioquinha e pimentão vermelho. Já no grupo das verduras, temos alho-porró, brócolis, couve, couve-flor, espinafre e palmito. Esta também é a época de agrião, chicória, mostarda e rúcula.

7 alimentos para comer no inverno

Morango: Por seu baixo teor de calorias, é muito boa para ser incluída como sobremesa ou lanche em dietas de emagrecimento. Além disso, é rico em vitamina C, que ajuda na cicatrização de ferimentos e fortalece a parede dos vasos sanguíneos.

Laranja lima: Rica em vitamina c, essa fruta tem muitos antioxidantes e propriedades anti-inflamatórias. Ela também é indicada para controle do colesterol, para regular o intestino e para melhorar o sistema circulatório. É especialmente recomendada para gestantes e crianças.

Pera: Rica em fibras, essa fruta é de fácil digestão. Além disso, é indicada pra quem quer emagrecer porque ajuda a reduzir o apetite, especialmente quando consumida antes das refeições. Pelo seu baixo índice glicêmico, ela também favorece o combate da diabetes, pois é das frutas que menos aumenta o açúcar no sangue.

Berinjela: Alimento de baixa energia, 100 gramas do seu consumo representa cerca de 30 calorias. É rica em tripsina, que ajuda a restringir o metabolismo das células cancerígenas. Além disso, é uma rica fonte em fibras que faz com que ocorra uma redução do risco de câncer de cólon.

Batata-doce: Os principais benefícios da batata-doce são fornecer energia com carboidratos saudáveis e sem elevar muito o açúcar no sangue e por isso é uma excelente opção para quem malha e, em pequenas quantidades, para quem está fazendo dieta.

Palmito: É um excelente alimento para a manutenção da saúde óssea e para auxiliar no processo de crescimento das crianças, além de atuar no sistema imunológico e diminuir a retenção de líquidos.

Inhame: É uma boa fonte de vitamina B6, nutriente necessário para ajudar a quebrar a homocisteína, um aminoácido que pode danificar diretamente as paredes dos vasos sanguíneos. A ingestão adequada desse alimento reduz o risco de doença cardíaca.

terça-feira, 20 de junho de 2017

10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Reposição Hormonal Feminina


Embora seja uma fase natural da vida para todas as mulheres, a menopausa - fase em que o corpo para de produzir os hormônios estrógeno e progesterona - é vista de modo negativo por muitas mulheres pelo fato dela vir acompanhada de sintomas desagradáveis. Pensando nisso foi desenvolvido um tratamento para aliviar essa etapa, a chamada terapia de reposição hormonal.

Confira abaixo 10 coisas que você precisa saber sobre esse tratamento.
1. De acordo com o Comitê de Nomenclaturas da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, a menopausa é a fase em que a mulher passa do estágio reprodutivo para o não reprodutivo.

2. Os principais sintomas que identificam a menopausa começam a acontecer entre 45 e 55 anos.

3. Os principais sintomas dessa fase são a parada das menstruações, ondas de calor e suores noturnos, insônia, diminuição no desejo sexual, irritabilidade, depressão, osteoporose, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual e diminuição da atenção e memória. Esses sinais podem variar de mulher para mulher.

4. A diminuição na produção hormonal na menopausa aumenta as chances do aparecimento de doenças cardiovasculares e da osteoporose.

5. O tratamento existe com a finalidade de aliviar os sintomas e não de cessar o processo da menopausa.

6. As doenças cardiovasculares e a osteoporose também podem ser prevenidas com o tratamento, já que melhora a quantidade do cálcio no esqueleto, age beneficamente nos níveis do colesterol bom (HDL) e diminui a possibilidade de doença coronariana.

7. O tratamento é geralmente realizado com dosagens relativamente baixas de estrógenos, por via oral ou transdérmica (adesivos sobre a pele ou gel).

8. O tratamento também pode ser feito com implantes hormonais, método menos utilizado no nosso meio.

9. Para as mulheres que retiraram o seu útero, não há necessidade da reposição da progesterona. Já as pacientes que não fizeram esse procedimento devem receber, além do estrogênio, a progesterona ou um progestágeno sintético.

10. Não há consenso quanto ao tempo que deve ser mantida a terapia hormonal, que deve ser decidido caso a caso.
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